Cirurgias Restritivas

  • PDF
  • Imprimir
  • E-mail

1. Banda Gástrica Ajustável


A Banda Gástrica Ajustável (BGA) é uma prótese de silicone, em forma de anel, com superfície interna inflável (diâmetro interno ajustável), que é implantada em volta da parte alta do estômago, e que se continua com um tubo que é conectado a um dispositivo chamado de portal de ajuste, o qual é implantado na parede do abdômen, abaixo da pele, que permite ao cirurgião aumentar ou diminuir o diâmetro interno da banda sem necessidade de nova cirurgia (Fig. 01). A BGA é utilizada no tratamento da obesidade mórbida desde 1993.



 

Figura 01: Banda gástrica ajustável com tubo de conexão e portal de ajuste.

 

A BGA foi projetada para induzir perda de peso em pacientes com obesidade mórbida através da limitação na quantidade de alimentos sólidos e secos que podem ser ingeridos durante a refeição. O paciente que optar por esta cirurgia deve estar disposto a aceitar importantes mudanças nos seus hábitos alimentares.
A cirurgia da Banda gástrica ajustável é um método puramente restritivo, que consiste no implante, por via laparoscópica (com o abdômen fechado) da banda gástrica, em volta da parte alta do estômago, provocando um estreitamento e criando um pequeno reservatório de cerca de 15ml, que limita o volume de alimento sólido e seco que pode ser ingerido a cada refeição, e retarda a passagem deste alimento da parte alta para o resto do estômago, provocando uma sensação de saciedade precoce e prolongada, dificultando a ingestão de grandes quantidades de alimentos sólidos ou mastigados de forma inadequada ou deglutidos de forma rápida durante as refeições (Figura 02).

 

 

Figura 02: Banda gástrica ajustável implantada em volta do estômago.

 

A possibilidade de ajustes no diâmetro interno da banda permite que o cirurgião controle a velocidade de passagem dos alimentos sólidos da pequena bolsa gástrica para o restante do estômago, adequando a cirurgia às particularidades de cada paciente. Nesta cirurgia o estômago não é grampeado nem cortado, e não há desvios no trânsito alimentar. O estômago, basicamente, não é modificado cirurgicamente, sendo, assim, possível devolver-lhe a anatomia original a qualquer momento. Entretanto, se a banda gástrica for removida, o paciente, provavelmente, ganhará o peso que perdeu. Geralmente, a BGA não restringe a ingestão de líquidos ou consumo de alimentos que “dissolvem na boca” como os doces e sorvetes. É a cirurgia bariátrica mais utilizada na Europa e Austrália.
É importante lembrar que a banda gástrica ajustável é um método para ajuda-lo(a) na perda peso através da limitação na quantidade de alimentos ingeridos em cada refeição, reduzindo a fome e retardando a digestão. Desta forma para obter o resultado desejado é importante que o paciente mude seu estilo de vida e forma de alimentar-se pelo resto da vida.
Após a cirurgia o paciente deve se submeter a avaliações regulares por vários anos, estas avaliações são importantes para avaliar sua evolução e detectar eventuais complicações. Inicialmente, essas avaliações devem ser feitas mensalmente, mas, com a evolução, as avaliações vão se tornando menos freqüentes. O balão interno da BGA será gradualmente insuflado através do portal de ajuste durante os primeiros 18 meses depois da cirurgia. Durante este período, a perda de peso e nível de bem-estar serão monitorados. Quando o peso estiver estabilizado, serão necessárias avaliações anuais.

A maior utilização da BGA é o paciente com indicação de tratamento cirúrgico com IMC de 35 a 40 kg/m2. Ela produz uma perda média de peso de cerca de 20 a 25% do peso original, além de produzir o controle das doenças associadas em 80% dos pacientes. Na maioria dos pacientes, a BGA funcionará bem e proporcionará uma perda de peso duradoura, porém existe a possibilidade, como em qualquer outro tipo de cirurgia bariátrica, do paciente não perder ou até mesmo ganhar peso.
Indicada principalmente para pacientes cooperativos com a dieta, dispostos a fazer exercícios, que não precisam perder muito peso e que necessitam retornar rapidamente às suas atividades normais. Em pacientes jovens, idosos ou de alto risco deve-se optar por cirurgia menos agressiva como a banda gástrica ajustável.

Tem como vantagens ser executada por via laparoscópica (cirurgia dos furinhos), apresentar menos dor pós-operatória, ter morbi-mortalidade bastante baixa, menor período de internação (01 dia), rápido retorno às atividades normais (entre uma a duas semanas), permitir ajustes no pós-operatório sem necessidade de cirurgia, não causar deficiências nutricionais e poder ser removida (também por via laparoscópica) em caso de necessidade, permitindo que o estômago retorne a sua forma original. De todas as operações para obesidade mórbida, a banda gástrica ajustável é considerada a menos traumática.

Uma das maiores vantagens da Banda Gástrica Ajustável é que o diâmetro interno da banda pode ser ajustável as necessidades individuais de cada paciente, as quais podem mudar com a perda de peso, pois a superfície interna da banda pode ser inflada com pequenos volumes (cerca de 0.4ml ou 1.5ml de cada vez, dependendo do tipo de banda), utilizando-se solução salina, ou desinflada para modificar o diâmetro da passagem do alimento entre a pequena parte alta e o restante do estômago. Após as primeiras 06 a 07 semanas de pós-operatório, o cirurgião pode controlar a quantidade de solução salina na banda puncionando o reservatório com uma agulha fina através da pele. A insuflação (com injeção de soro no portal de ajuste e redução do diâmetro interno da banda) é realizada se o paciente não perde peso suficiente. Este procedimento pode ser repetido várias vezes (até o volume máximo de 4ml a 9ml) até o paciente obter a perda de peso desejada. A banda gástrica ajustável é o único tratamento cirúrgico que pode ser adaptado as mudanças que forem ocorrendo ao longo do tratamento sem necessidade de novo tratamento cirúrgico.
Se o paciente não obtiver o resultado desejado com a banda gástrica ajustável, ele pode realizar outro procedimento mais agressivo com a vantagem de ser submetido a cirurgia mais complexa com menos peso e portanto com menor risco e em melhor estado.

Esta técnica pode apresentar como complicações imediatas ou tardias: o risco de infecção da banda ou do portal de ajuste, vazamentos no sistema, rotação do portal de ajuste, entalos, náuseas e vômitos devido à obstrução ao nível do estreitamento gástrico produzido pela banda (causado geralmente por alimentos sólidos); esofagite; dilatação do esôfago; aderências causando obstrução intestinal; a possibilidade de problemas ao nível da prótese (deslizamento ou migração para dentro do estômago, que pode ocorrer em 0.5 a 10% dos casos), que poderão necessitar sua retirada, troca ou reposicionamento. Outras complicações raras e não citadas podem ocorrer. Assim como em qualquer procedimento cirúrgico que usa a anestesia geral há, é claro, um pequeno risco de sérias complicações com, até mesmo, a possibilidade de morte.

Cuidados devem ser tomados durante o manuseio da banda para evitar contaminação que podem levar a infecção.

Além dos ricos de complicações, não há garantia de que a BGA funcionará sem falhas até o fim da vida do paciente. O risco de uma operação falhar sempre existirá, mesmo que nenhuma das complicações acima mencionadas ocorra.

O paciente deve compreender que a probabilidade de uma nova operação ser necessária é uma parte integrante do tratamento cirúrgico da obesidade mórbida. Novas operações são consideradas como uma medida técnica que, às vezes, é necessária. Nas reoperações os riscos de infecção e erosão da banda aumentam.

A taxa de novas operações após a colocação da BGA é baixa e a possível necessidade de nova intervenção não deve ser considerada como uma falha deste método. Os problemas, normalmente, podem ser corrigidos e os pacientes, geralmente, logo se recuperam depois do tratamento.

Os pacientes que gostam de ingerir alimentos hipercalóricos como doces, sorvetes e refrigerantes ou “beliscadores compulsivos” (comem pequenas quantidades de alimentos, porém o fazem de forma repetitiva ao longo de todo o dia) não são bons candidatos para a banda, pois geralmente não apresentam adequada perda de peso.

No período entre a cirurgia e a estabilização do peso não é aconselhável a paciente ficar grávida, pelo risco de deficiências nutricionais no feto, apesar do feto tem prioridade sobre a mãe em relação à comida. Uma vez que o peso tenha se estabilizado, a gravidez não mais será uma contra-indicação. Caso a paciente fique grávida, é aconselhável remover todo o fluido do balão interno da banda, para evitar problemas de deficiências nutricionais durante a gravidez. Após o parto a banda deverá ser reinsuflada.

A cirurgia da BGA produz uma perda de peso menor e mais lenta que as cirurgias bariátricas malabsortivas e mistas.

  • Vantagens


A comida segue seu trânsito normal no aparelho digestivo, permitindo o organismo absorver de maneira completa os alimentos e eventuais medicamentos, que o paciente necessite.
A banda pode ser ajustada para aumentar ou diminuir a restrição dos alimentos sólidos e secos ingeridos.
A cirurgia pode ser revertida.

  • Riscos


Perfuração ou laceração da parede gástrica que podem necessitar de cirurgias adicionais.
Vazamento ou torção do portal de acesso da banda necessitando uma nova cirurgia.
Pode não produzir a sensação de saciedade necessária para que o paciente tenha a impressão de que já comeu o bastante.
Caso o paciente coma rápido e não mastigue bem os alimentos, pode ocorrer náuseas e vômitos e as vezes obstrução ao nível do estreitamento da banda.
Dilatação do esôfago ou do pequeno estômago acima da banda geralmente devido a  insuflação excessiva da banda ou alteração motora do esôfago. O tratamento consiste em desinsuflar ou retirar da banda.
Rejeição/infecção da prótese.
Migração para dentro do estômago ou Deslizamento da banda.

Antes da cirurgia o paciente deverá assinar um Termo de Consentimento Informado, confirmando que entende e aceita as possíveis limitações e complicações ligadas à operação com BGA, e que está ciente de que não há garantia completa de que a operação será bem sucedida.

A equipe de Cirurgia Bariátrica da Clínica Procto Gastro está a sua disposição para esclarecimentos acerca da cirurgia da Banda Gástrica Ajustável.

 

2. Gastrectomia em Manga ou “Sleeve Gastrectomy (SG)” como um procedimento bariátrico


A cirurgia bariátrica tem a vantagem teórica de ser um tratamento de longo prazo para o problema de saúde crônico que é a obesidade. A cirurgia tem também mostrado estar associada a uma maior perda de peso que o tratamento médico e comportamental. Entretanto, a cirurgia é um procedimento maior e está associado a complicações e mortalidade perioperatória.

Entre as cirurgias bariátricas restritivas, o procedimento comumente chamado de gastrectomia em manga ou “sleeve gastrectomy” ou gastrectomia vertical foi inicialmente oferecida para pacientes com superobesidade como o primeiro tempo operatório de uma cirurgia em dois tempos, nas cirurgias de bypass gástrico ou “duodenal switch”. Entretanto, foi observado que a perda de peso associada à gastrectomia em manga pode ser suficiente para alguns indivíduos. A partir desta observação, alguns cirurgiões têm desenvolvido estudos para avaliar a gastrectomia em manga como cirurgia única para tratamento da obesidade.

A cirurgia de gastrectomia em manga é realizada por via laparoscópica e consiste na ressecção do fundo - onde estão localizadas as células produtoras do hormônio Grelina que estimula a fome - e da maior parte da grande curvatura do estômago transformando-o em um “tubo” (Figuras 01 e 02). Desta forma a capacidade do estômago é reduzida a cerca de 25% da sua capacidade inicial, motivo pelo qual esta cirurgia é considerada um procedimento restritivo. O esfincter piloro é deixado intacto e não existe desvio no intestino, logo a digestão e absorção dos alimentos não é alterada. A gastrectomia em manga é um procedimento irreversível.


Figura 01

 

Figura 02

Porém, após 6–12 meses o estômago pode dilatar-se e a ingesta alimentar pode ser menos restringida. No caso de reganho de peso a cirurgia pode ser convertida para o bypass gástrico embora o risco cirúrgico seja maior devido tratar-se de uma reoperação.

A gastrectomia em manga (SG) é tecnicamente mais rápida e fácil que o bypass gástrico, pois evita multiplas anastomoses, preserva a passagem do alimento pelo piloro, duodeno e ampola de Vater, pode ser realizada na presença de aderências intra-abdominais, reduz o risco de hérnia interna pós-operatória e malabsorção de proteinas e sais minerais. Contudo, ela está associada ao aumento da pressão intragástrica, o que leva a um aumento nos episódios de refluxo gastroesofágico (RGE), bem como um aumento dos escapes na linha de grampeamento.

A maioria dos estudos de SG tem publicado resultados de 12 a 36 meses de seguimento. Um estudo de cinco anos de seguimento foi publicado recentemente para uma série de 26 pacientes consecutivos submetidos a SG, na Austria. A media de perda de excesso de peso foi de 55%. Oito pacientes (31%) apresentaram refluxo gastroesofágico severo requerendo uso crônico de inibidor de bomba de protons (IBP). Em um paciente a SG necessitou ser convertida ao bypass gástrico devido a severos sintomas de refluxo gastroesofágico e dois outros pacientes necessitaram de conversão para o bypass gástrico devido a combinação de reganho de peso e refluxo severo.

Uma revisão da literatura sobre a cirurgia de gastrectomia em manga (SG), realizada pela Sociedade Americana para Cirurgia Bariátrica e Metabólica (American Society for Metabolic and Bariatric Surgery - ASMBS) e publicada em 2010, reportando resultados de perda de peso e de complicações após cirurgia de SG em adultos relata que estudos com 3, 4 e 5 anos de seguimento têm sido publicados. A percentagem de perda de excesso de peso foi de 33–85%, com média geral de 55%. Estes estudos demonstraram taxas de melhora ou cura do diabetes, hipertensão, dislipidemia e apnéia do sono, similares as observadas com outros procedimentos restritivos (cirurgia de banda gástrica ajustável). As taxas de complicações graves relatadas nestes estudos foram relativamente baixas. A taxa de complicações foi < ou = a 24%, e para as grandes casuísticas com mais de 100 cirurgias, < ou = a 15%. Os relatos de fístula (vasamentos), sangramento, e estenose foram de 2.2%, 1.2%, e 0.63%, respectivamente. A taxa de mortalidade para os primeiros 30 dias de pós-operatório foi de 0.19% nos dados publicados.

As indicações aceitas atualmente para uso da SG como procedimento único são: doença inflamatória intestinal, intensas aderências intestinais causadas por cirurgia prévia, a necessidade de uso contínuo de certos medicamentos (imunosupressores ou anti-inflamatórios), perda de peso pré-transplante e pacientes que recusam cirurgias com modificações na anatomia do intestino ou implante de próteses.

Do ponto de vista técnico, nenhum consenso tem sido alcançado com relação ao diâmetro da sonda de calibração na confecção do tubo gástrico durante a cirurgia, porém, uma tendência geral nas publicações tem sido em direção ao uso de sondas de pequenos diâmetros, pois as evidências sugerem que a quantidade de estômago resecado está diretamente relacionada com a perda de peso a longo prazo. Porém, uma maior prevalência de estenoses com vasamentos e fistulas persistentes necessitando gastrectomia total com esofagojejunostomia, ocorrem quando são realizados tubos gástricos mais estreitos.

A SG tém também um risco potencial de deficiências nutricionais pós-operatórias a longo prazo devido a ressecção gástrica extensa, o que leva a diminuição na absorção de vitaminas e nutrientes, como vitamina B12 e ferro. A semelhança de outros procedimentos bariátricos o acompanhamento nutricional a longo prazo após SG é recomendada.
Em resumo, relativamente poucos indivíduos submetidos a SG tem sido seguidos por mais de dois anos. Nestes, a perda de peso parece se manter. Entretanto, a ocorrência de refluxo gastroesofágico é muito comum no pós-operatório e em alguns casos pode ser severo necessitando uso crônico de inibidor de bomba de protons ou mesmo cirurgia. Assim, embora a SG possa melhorar a perda de peso e das doenças associadas, ainda não está claro se ou não a SG melhora a saúde a longo prazo.

O Termo de Consentimento Informado para a gastrectomia em manga, quando utilizada como procedimento único, deve seguir os moldes dos outros procedimento bariátricos e deve incluir o risco de reganho de peso a longo prazo e a possivel necessidade de subsequente conversão para um outro procedimento bariátrico, ou seja o bypass gástrico ou “duodenal switch”. É sugerido também que o cirurgião informe ao paciente a falta de evidências publicadas referentes a manutenção do peso além de 3 anos e informa-los dos procedimentos alternativos com dados publicados de manutenção do peso e controle das comorbidades além de 05 anos.

 
Banner
Banner
Banner

Calcular IMC

Busca

Banner

Enquete

Você faria uma cirurgia para emagrecer?
 
Acesse também:
   
  Clínica
  Histórico
  Dr. Acácio Centeno
  Equipe Médica
  Localização
  Fale Conosco
  Trabalhe Conosco
   
   
   

   
  Exames
  Vídeo Endoscopia Digestiva Alta
  Vídeo Colonoscopia
  Retossigmoidoscopia Rígida ou Flexível
  Gastrostomia por Endoscopia
  Balão Intragástrico
  Dilatação Endoscópica de Estenose
  Esclerose de Varizes de Esôfago
  Ligadura Elástica de Hemorróidas
  Vídeo Laparoscopia
  Ultrassonografia
  Procedimentos Intervencionistas Dirigidos por Ultrasson
  ImpedanciopHmetria
  pHmetria Esofágica 24H
  Manometria Esofágica
  Manometria Anorretal
  "Biofeedback" Anorretal
  Determinação do Tempo de Trânsito Colônico com Marcadores Radiopacos
  Bioimpedância Corporal
  Eletrocardiograma (ECG)
  M.A.P.A
  Teste Ergométrico
  Holter
  Ecocardiograma
  Laboratório

   
  Especialidades
  Gastroenterologia
  Proctologia
  Cirurgia do Aparelho Digestivo
  Cirurgia Vídeo Laparoscópica
  Cirurgia Geral
  Cirurgia da Obesidade
  Cirurgia do Diabetes
  Nutrição
  Psicologia
  Educador Físico
  Esteticista
 
   
 
   
 
 
   
 
 
 

   
  Tratamento da Obesidade e Diabetes
  Balão Intragastrico
  Cirurgias Restritivas
  Cirurgias Malabsortivas
  Cirurgia Combinada ou Mista
  Acompanhamento Nutricional
  Atividade Física
  Acompanhamento Psicológico
  Acompanhamento Estético
  Programa Qualidade de Vida e Saúde Pós Bariátrica
  Cirurgia do Diabetes
   

   
   
  Programas Especiais
  Programa de "Check-up" Preventivo
  Programa Qualidade de Vida e Saúde Pós Bariátrica
  Orientação Nutricional
  Orientação Física
  Programa Segunda Solidária

   
  Outros
  Dicas de Saúde Digestiva
  Emagreça com Saúde
  Centro de Estudos
  News
  Clipping
  Vídeos
  Fotos
  Convênios
  Preparo dos Exames
  Consentimento Informado
  Webmail
 
             
         

Todos os direitos reservados a Procto Gastro. Copyright ® 2011.
Termos de Uso | Política de Privacidade
Desenvolvido por Documenta.